Não é mais segredo pra ninguém, a Laje do Patieiro em Ubatuba já deixou de ser pico secreto há décadas. A primeira vez que ouvi falar da tal laje de ondas tubulares e oceânicas em Ubatuba, foi folheando uma edição da revista Fluir. Na foto, um louco se jogava com uma prancha amarela, o mais louco dos loucos, falecido Scatena. 

por Janaína Pedroso

Sem desviar o tema central do texto, volto às ondas lindíssimas de Patieiro, que por serem tão especiais, surgem algumas vezes no ano apenas. Não poderia ser diferente.

Nunca dropei o Patieiro e hoje na minha condição de mãe recém-nascida, é impensável. Enfim, seja como for, meu sobrinho me deu o gostinho do que é a expectativa de surfar uma onda tão especial.

A saga do surfe

Era perto das onze da manhã quando Gui apareceu. Antonio tinha acabado de dormir e eu finalmente conseguia escrever alguma coisa. Ele vinha atrás de quilhas do Fi; “e aí, tudo bem? Vim buscar aquela grande, sabe onde o Fi deixou?” Não fazia ideia, mas percebi que ele já estava meio ‘adrenalizado’ por planejar sua ida à Laje. 

Finalmente achamos as quilhas. Ele então exclama: “ótimo, agora preciso arrumar o macarrão de piscina!”. Oi? Ah, sim, verdade, como eu, uma tiazinha fora do ‘pique do surfe’, não me lembrei que por aqui, coletes salva-vidas são improvisados com aquelas linguiças de espuma, de fazer hidroginástica.

O fotógrafo era Marcelo Espósito, que prontamente me fornece várias fotos incríveis! Que maravilha! Dever ser meu dia de sorte.

Gui feliz em dia de Patieiro. Foto Marcelo Espósito / @foto_esposito
Foto de Marcelo Espósito / @foto_esposito.
Foto de Marcelo Espósito / @foto_esposito..
Foto de Marcelo Espósito / @foto_esposito.
Foto de Marcelo Espósito / @foto_esposito.
Foto de Marcelo Espósito / @foto_esposito.
Foto de Marcelo Espósito / @foto_esposito.
Detalhe do macarrão sob a roupa de borracha. Alguém querendo patrocinar o rapaz? É muito estilo. @foto_esposito.